A luz, elemento central da narrativa visual, aparece como lampejo e investigação — pequena, intensa e efêmera — evocando o brilho do pirilampo como metáfora de delicadeza, resistência e permanência em meio à escuridão.
Entre gestos e deslocamentos, a série propõe uma travessia sensível do visível ao intangível.
O corpo não se apresenta como forma fixa, mas como presença em fluxo — um território de passagem, luz e reinvenção.