Encarnado

“Encarnado” propõe pensar o sertão para além do estereótipo da seca e da escassez. Mais do que cor, o encarnado torna-se presença humana. Ele atravessa os corpos, os objetos e os espaços. O vermelho aqui não representa apenas calor ou violência, mas também vitalidade, pertencimento e humanidade — uma cor que insiste em permanecer viva no território e na memória.

Gentil Barreira © 2026